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Um tribunal francês anunciará na terça-feira se irá conceder a liminar que o príncipe britânico William e sua esposa, Kate, solicitaram para obrigar a revista Closer a não publicar mais fotos dela com os seios à mostra.
Num caso que teve grande repercussão na Grã-Bretanha e reabriu o debate sobre as leis de privacidade, advogados do duque e duquesa de Cambridge estão solicitando indenizações da Closer, além de terem apresentado outra queixa contra um fotógrafo, o que pode levar a um processo penal.
O casal deseja que a Closer pare de vender a imagem a outros veículos de comunicação, inclusive da internet. Os exemplares da revista com as fotos de Kate fazendo topless em um barco se esgotaram rapidamente na França, e foram reproduzidas em outras publicações - embora a imprensa britânica tenha feito um acordo informal para não mostrá-las.
Um funcionário da corte de Nanterre, nos arredores de Paris, disse que a decisão sobre o mandado de segurança deve ser anunciada na terça-feira. A Closer pertence ao grupo Mondadori, que tem como acionista majoritário o ex-premiê conservador italiano Silvio Berlusconi.