Após morte no Cristo Redentor, corpo ficou em capela e padre fez velório com a família

Filho e nora participaram da cerimônia, realizada pelo padre João Damasceno, que irá ao Rio Grande do Sul para rezar na cerimônia antes da cremação

Melissa, Alex e Jorge, minutos antes de Jorge sofrer um mal súbito | Reprodução Melissa, Alex e Jorge, minutos antes de Jorge sofrer um mal súbito | Foto: Reprodução
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Cerca de duas horas após a morte do turista gaúcho Jorge Alex Duarte, o corpo foi velado para familiares na Capela Laudato Si, dentro do Santuário Cristo Redentor. Jorge faleceu após sofrer um mal súbito às 7h39 de domingo (16). Sem socorristas no local, sua nora, Melissa Schiwe, e funcionários do ponto turístico tentaram reanimá-lo até a chegada do Samu, às 8h13, que confirmou o óbito.

O padre João Damasceno, que realiza missas na capela, foi um dos que tentou salvar o turista. Ele celebrou o velório em uma das capelas (não a localizada sob a estátua), com o corpo de Jorge colocado entre os bancos, no tapete que leva ao altar.

O padre também conversou com o filho de Jorge, Alex Magalhães Duarte, 28 anos, e Melissa, e, junto com eles, fez orações, como em uma missa, com a leitura de folhetos distribuídos aos fiéis. A Arquidiocese informou também que custeou a contratação da funerária e remoção do corpo até o Sul. 

Jorge sofreu um mal súbito nas escadarias do Cristo Redentor - Foto: Reprodução

Interdição

A falta de socorro imediato a Jorge após o mal súbito levou o Procon-RJ a interditar o Cristo Redentor na segunda-feira. Em reunião no fim da tarde, foi discutida a reabertura na terça-feira (18) e a elaboração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Entre as medidas acordadas, ficou estabelecido que uma ambulância deverá ficar disponível no Corcovado durante todo o horário de visitação.

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